A mente... Universo dentro de nós
É simplesmente espectacular o facto de estarmos vivos... Mas ainda mais espectacular é tudo o que nos circunda... Sabemos que existe um universo, sabemos que é infinito, sabemos que estamos no sistema solar, sabemos que vivemos no planeta Terra... Mas antes de admirarmos o gigantesco, vamos admirar o que temos à nossa volta... É simples, bonito, mas, ao mesmo tempo, por muitas teorias que existam, é tudo inexplicável... A linguagem que usamos no dia-a-dia, não sabemos porque tudo quer dizer o que significa, não fazemos ideia como os seres primitivos começaram a criar e a evoluir a sua própria forma de comunicar; o fogo que arde na lareira, é certo que a física nos explica como arde a madeira, mas nunca saberemos porque tem de ser assim... O mais impressionante de tudo é o nosso cérebro... Não sabemos porque reagimos naturalmente a certo tipo de coisas, não sabemos porque pensamos de formas diferentes...
Ficamos incrédulos com a imensidão do deserto, do oceano, do planeta, do Sol, do Universo... Mas o que consegue ser mais imenso é a nossa mente... Armazena memórias, sabedoria necessária (ou não) para a nossa vida futura, experiências... enfim, de tudo um pouco... E todas estas coisas são normalmente recordadas com algum ou nenhum esforço... É fantástica esta miscelânia de recordações... Cada um de nós está equipado com o maior computador do mundo... Só é pena que usemos apenas 30 ou 40 por cento da sua capacidade total... Mas usemo-lo produtivamente até ao fim das nossas míseras e insignificantes vidas!
Ficamos incrédulos com a imensidão do deserto, do oceano, do planeta, do Sol, do Universo... Mas o que consegue ser mais imenso é a nossa mente... Armazena memórias, sabedoria necessária (ou não) para a nossa vida futura, experiências... enfim, de tudo um pouco... E todas estas coisas são normalmente recordadas com algum ou nenhum esforço... É fantástica esta miscelânia de recordações... Cada um de nós está equipado com o maior computador do mundo... Só é pena que usemos apenas 30 ou 40 por cento da sua capacidade total... Mas usemo-lo produtivamente até ao fim das nossas míseras e insignificantes vidas!
